Permanência do "pão e circo" no Brasil

Enviada em 02/04/2024

Adous Huxley defende: “Os fatos não deixam de existir só porque são ignorados”. Tal perspectiva é verificada na permanência do “pão e circo” no Brasil, que é muito utilizada atualmente como meio de distração à população. Nesse contexto, percebe-se a configuração de um complexo problema, que se enraíza na desigualdade social e nos problemas sociais não resolvidos. Assim, sendo necessário analisar o cenário atual.

Em primeiro plano, é preciso atentar para a desigualdade social presente na questão. A “isonomia” é a garantia de oportunidades iguais, mesmo em condições diferentes. No entanto, a isonomia se faz ausênte no tema, por exemplo a existência de programas de auxilio como o “Bolsa Família”, embora ajude no alívio imediato da pobreza, o Bolsa Família pode não oferecer oportunidades suficientes para a mobilidade social e econômica a longo prazo. Assim, percebe-se a importância de realmente proporcionar igualdade e não apenas oferecer uma distração momentânea.

Além disso, os problemas sociais não resolvidos ainda são um impecílio para resolver o problema. Thomas Robbes diz “O estado é responsável por garantir o bem estar dos cidadãos”. Porém, já é claro que isso não é uma realidade visto que, problemas como desigualdade econômica, violência urbana, corrupção e impunidade são acobertados por meio do pão e circo. Dessa forma, para que tal bem-estar seja usufruido, o Estado precisa sair da inércia que se encontra.

Portanto, a mídia em massa deve criar um programa, por meio de entrevistas com especialiastas o assunto, a fim de atualizar a mentalidade social sobre a utilização do pão e circo no Brasil. Tal ação pode, ainda, conter uma cartilha em PDF para ser baixada. Paralelamente, é preciso intervir no segundo argumento. Dessa forma, será possivel lidar com essa crise.