Permanência do "pão e circo" no Brasil

Enviada em 11/07/2024

O século XVIII ficou conhecido como “Século das Luzes”, por causa da Revolução Francesa, e esta só foi possível por causa do despertamento do povo quanto ao desamparo político. Em vista disso, já que o Estado é autoridade responsável pela manipulação ou liberdade dos cidadãos, aconselha-se que adote medidas contra à miséria que é basicidade da dominação dita, “pão e circo”. Por consequência, a política de “pão e circo” deixará de ser permanente retrocesso histórico no Brasil.

Sob essa ótica, o Brasil é uma república independente, portanto é do Estado que se obtém a liberdade ou alienação. Nessa lógica, sugere-se ao Estado, investir em caminhos de combate efetivo da penúria nacional como a geração de empregos para ofertar fartura, não migalhas de “pão”, educação, para consciência do “circo”, pois a violência da manipulação de massas baseia-se nas carências dos patriotas. Ademais, segundo dados do Índice Brasileiro de Geografia e Estatística, descobriu-se aproximadamente sessenta e dois milhões de viventes abaixo da linha de pobreza, isto é, há favorecimento para a construção de fundamentos da política de manipulção. Dito isso, é o Estado que escolhe entre o fim ou não, do “pão e circo”.

Por conseguinte, se o Estado considerar prover os recursos básicos contra à pobreza, os brasileiros desbravarão novidade histórica e evitarão a desatenção nos direitos que possuem. Nesse contexto, foram as necessidades básicas que sujeitaram a população do séc. XX, na inglaterra, a trabalhar na ausência de leis trabalhistas, contudo, estas faltas forjaram em Karl Marks, impulso revolucionário e, se o Estado enfrentar o “pão e circo”, renovará o país na história, tal qual Marks. Dessa forma, depreende-se que a cultura do “pão e circo” é uma desvantagem para a evolução humana.

Logo, infere-se que o “pão e circo” não pode existir se as condições de precariedade social forem vencidas pelo Estado e, que é prejudicial à história brasileira. Destarte, o Senado, este que cria as leis, deve açodar-se em fazer a lei “Espetáculo da Consciência”, por meio de parceria com a Câmara, a fim de despertar a evocação dos direitos humanos nas luzes da “Revolução Francesa”.