Permanência do "pão e circo" no Brasil
Enviada em 02/08/2024
A política pão e circo foi determinada no Reinado de Otávio Augusto Imperador, que inaugurou a etapa Imperial Romana em 27 a.C. Nessa perspectiva, quando se estuda a história romana durante o período imperial é notório a semelhança que há entre a Roma e o Brasil nos aspectos sociais. Diante desse cenário é relevante pensar na política do pão e circo no Brasil como exemplo temos a copa do mundo e o Carnaval que configuram as maiores problemáticas dessa política em que o governo com políticas assistencialistas e com jogos de futebol aliena é uma população brasileira em relação aos problemas da nação.
De início, é notório destacar a copa do mundo de 2014. Isso porque, ela foi realizada no Brasil entre dias 12 de junho e 13 de julho, com a participação de 32 seleções que classificaram, nas eliminatórias continentais, o Governo investiu bilhões de reais na construção e renovação de estádios para sediar a Copa do Mundo, enquanto problemas graves em infraestrutura, saúde e educação persistiam. Prova disso recai, sobre a população tais transtornos.
Ademais cabe ressaltar o carnaval. Esse contexto envolve as festas mais populares do Brasil e recebe grande apoio e financiamento governamental. Sendo assim torna-se urgente reconhecer que esse processo resultou hoje em uma celebração cultural importante também serve como um momento de distração em massa onde questões sociais e políticas podem ser colocadas de lado temporariamente.
Com o objetivo de alterar a permanência do pão e circo no Brasil, é dever do governo fazer Políticas públicas focadas na educação, saúde, infraestrutura e desenvolvimento econômico podem reduzir a dependência da população em eventos de entretenimento como forma de distração dos problemas reais, por meio de governos comprometidos com a transparência e a responsabilidade social podem implementar mudanças significativas. Outrossim, cabe à educação realizar uma ferramenta poderosa para empoderar a população e fomentar o pensamento crítico, por meio de um sistema educacional de qualidade pode capacitar os cidadãos a questionarem e desafiarem as políticas de “pão e circo”. Somente assim, será evidenciado uma estratégia de resolução.