Permanência do "pão e circo" no Brasil

Enviada em 09/09/2024

Contemporaneamente, a necessidade de implementar estratégias de manipular a população, na qual pelo menos quase a metade dela se encontra com dificuldades de obter os direitos básicos de sobrevivência, é extremamente recorrente. A fim de beneficiar certo grupos sociais e permanecer no topo, muitos governantes aplicam a política do ´´pão e circo``, através de pequenos gestos como doações, o uso das mídias de comunicação, além de outras formas.

Primeiramente, para alguns políticos obter beneficíos própios, eles utilizam as necessidades da massa. Eventualmente, em 2023, o prefeito Ricardo Nunes lançou o direito dos ônibus gratuitos aos domingo, entretanto, há uma coincidência em que ele estaria com interesse em ser reeleito nas próximas candidaturas. Esse é um exemplo claro dessa política suja, dando a ilusão de que ele se importa com a acessibilidade dos transportes metropolitanos.

A princípio, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estátistica (IBGE) apontou que 38% dos brasileiros vivem em insegurança alimentar, não tendo a garantia de uma alimentação reforçada e tão necessária para a sobrevivência. Com isso, existem algumas instituiçoes beneficientes, arcado por empressário de cunho político, no qual fazem doações a esses indivíduos necessitados, mas que não é de um modo sério afim de procurar mudar a realidade dessas pessoas, mas sim para declarar impostos, tendo assim um benefício própio.

Portanto, a política do pão e circo não parou no império romano, ela vem se rastejanto nos tempos atuais, tão inseridas no dia a dia. Logo, é responsabilidade do Senado Federal criar uma lei que culpabiliza esses políticos e empresários cujo utilizam necessidades tão sensíveis à população carente. Por vez, essa lei deve proibir qualquer proposta beneficiente próximo a datas de eleições e também o Estado deve obrigar as redes nacionais de televisão a criar propagandas à respeito desse crime para conscientizar os brasileiros a não caírem mais.