Perspectivas e desafios da educação a distância no Brasil
Enviada em 04/09/2019
A educação à distância no Brasil (EAD) vem crescendo muito. De acordo com o Censo Educacional Superior realizado pelo Ministério da Educação em 2016, o número de matrículas de graduação no EAD, foi aproximadamente 1,5 milhões. Apesar da flexibilidade de horário, o curso falha com a falta de mais aulas práticas, como por exemplo, a importância em saber manusear objetos em medicina e conseguir lidar com clientes.
Além da disponibilidade de tempo, o curso a distância é mais econômico do que pagar professores ou aluguel de salas, as aulas apresentam mais comodidade, devido serem realizadas no lugar que o aluno preferir e não necessitar transitar para outro local. Por ser um curso virtual facilita a atualização dos alunos no que está ocorrendo atualmente, deixando o estudante sempre informado sobre o que está acontecendo no momento.
Entretanto, o EAD não forma um profissional, mas sim um aluno bem informado. Pois, de acordo com o site Guia do Estudante, 75% das aulas oferecidas são teóricas, dessa forma não há uma formação completa do profissional, faltando a experiência no mercado de trabalho e a interação com os clientes. Dessa forma, é marcante para um estudante que deseja seguir determinada carreira, a falta de aulas práticas, pois segundo Immanuel Kant, ‘‘Existe dois mundos: o mundo da experiência sentida por nosso corpo e o mundo das coisas em si’’.
Portanto, é dever do Ministério da Educação, administrar a educação à distância, aplicando boas condições de estudos, tanto particular quanto público, preparando ótimos futuros profissionais, por meio de aulas práticas e teóricas de qualidade. Dessa forma, é de suma importância à divulgação do ensino a distância por meio de palestras e programas educacionais, garantindo assim ao estudante, experiência no mercado de trabalho e informações atualizadas na área desejada.