Perspectivas e desafios da educação a distância no Brasil

Enviada em 05/10/2019

Segundo Sartre, filósofo francês, o ser humano é livre e responsável; cabe a ele escolher seu modo de agir. Logo, com os percalços do cotidiano dos brasileiros adjacentes do processo de globalização, recaí sobre os mesmo, bem como nas instituições educacionais, adaptar-se a nova modalidade de ensino.

Uma vez que, um dos efeitos da globalização no comportamento humano, manifesta-se na necessidade de adquirir objetos e materiais midiático de forma rápida e fácil. Pensar em um modelo educacional pautado em exigências como, cumprimento de horário em um local específico é de fato, retrogrado.  Entretanto, apesar do novo desafio manifesto na necessidade de se achar o equilíbrio em uma ampliação do ensino à distância, mantendo a qualidade do ensino presencial, essa nova modalidade de aprendizagem, é de extrema importância para o desenvolvimento do país.

Pois, a partir do momento em que possibilita a dona de casa, o morador da periferia que trabalha integralmente, ao jovem que mora na zona rural estudar, tira da teoria do universo jurídico, aquilo que resguarda a Constituição: que a educação, é um direito de todos.

Logo, não basta expandir o acesso a educação. É de suma importância que a mesma seja de qualidade.

Portanto, é mister que os indivíduos assumam a responsabilidade de agir de forma disciplinada, para que seu aprendizado produza resultados igualmente, ou até mais, gratificantes que o modelo didático tradicional. Urge que o Ministério de Educação e Cultura (MEC) fiscalize, acompanhando de perto essa nova modalidade de ensino, para que não haja defasagem no aprendizado.

Somente assim, será possível usufruir desse novo modelo educacional de forma eficaz, obtendo resultados sólidos, construindo dessa forma a perspectiva de um Brasil  intelectualmente desenvolvido e igualitário.