Perspectivas e desafios da educação a distância no Brasil
Enviada em 12/10/2019
A Revolução técnico-científico informacional, iniciada na segunda metade do século xx inaugurou inúmeros avanços no setor de informática e telecomunicações. No entanto, quando se observa a educação a distância no Brasil, presentemente, nota-se que esse ideal revolucionário não é interiormente ligada na prática à realidade do país, seja o escasso da internet, seja a lenta mudança de mentalidade social.
É indubitável, que a questão do inato e a sua aplicação esteja entre as causas do problema. Segundo Martin Luther King, toda hora é a hora de se fazer o que é certo. De maneira similar, é possível perceber que, no Brasil, o escasso à internet rompe essa autonomia. Haja vista, que a falta de inclusão digital por estudantes que vivem em regiões precárias, não possui recursos para o aprendizado. Dessa forma, torna a educação em aspecto privilegiado.
Outrossim, destaca-se a lenta mudança de mentalidade social como mobilizadora desta causa. De acordo com Martin Luther King, nada é mais perigoso do que a ignorância humana. Seguindo essa linha de pensamento, observa-se que existe preconceito pela qualidade do EAD, que insiste em desvalorizar o ensino por não ter sempre contato com professores e outros alunos. Nesse contexto, a inércia sobre informação desse método de estudo contribui com a redução da ingressão ao ensino superior.
É evidente, portanto, que ainda há dificuldade para garantir um mundo melhor. Logo, o Estado deve ampliar o modelo para instituições públicas e privadas, destinando recursos para que sejam oferecidos mais cursos, para aqueles com dificuldades com acesso à internet. O MEC, por meio de palestras e campanhas deve conscientizar a sociedade sobre a importância do EAD, para alterar os conceitos pré-definidos pela população. Com isso, haverá um envolvimento da parte dos cidadãos para que haja uma maior adesão a essa nova metodologia de ensino.