Perspectivas e desafios da educação a distância no Brasil

Enviada em 18/10/2019

Discute-se muito, no Brasil, a respeito das perspectivas e dificuldades do ensino à distância. Com base nessa ideia, é possível observar a falta de tempo para realizar uma graduação presencial. Do mesmo modo, percebe-se que existe um crescimento no número de polos de EAD (Educação a Distância). Diante desse quadro, deve-se buscar a realização de um método de avaliação desse tipo de educação, a fim de garantir que ocorrerá o suporte necessário para a formação dos alunos.

Em primeira análise, observa-se a insuficiência de tempo para realizar uma graduação presencial. Esse fato é decorrente da aceleração da vida moderna, o qual cada vez mais as pessoas trabalham e possuem menos contato social e familiar. Por conseguinte, têm-se quase 2 milhões de brasileiros matriculados em cursos de ensino à distância, segundo dados publicados pelo portal de notícias G1.

Entretanto, analisa-se o crescimento de polos de ensino à distância. Essa intensificação ocorre porque o custo para realizar uma graduação nesse estilo é mais baixo do que a presencial, o que ajuda a população no cenário contemporâneo de retenção da economia brasileira. Consequentemente, o número de centros de EAD (Educação a Distância)  aumentou de quase 5 mil para mais de 15 mil, de acordo com dados publicados pelo portal de notícias G1.

Portanto, é imprescindível que seja realizado um método de avaliação do ensino à distância, a fim de garantir que ocorrerá o auxílio necessário para a formação dos estudantes. Com o objetivo de atenuar o problema, o Ministério da Educação deve fiscalizar o grau de aprendizado dos polos de EAD (Educação a Distância), por meio da execução do Enade (Exame Nacional de Desempenho dos Estudantes), prova utilizada para examinar a qualidade da graduação das diversas instituições de nível superior do país, para que esse tipo de educação possa garantir a qualificação dos seus alunos e a inserção deles no mercado de trabalho.