Perspectivas e desafios da educação a distância no Brasil

Enviada em 25/10/2019

Com os conflitos ideológicos existentes entre o capitalismo e o socialismo frente à guerra fria, foi necessário a criação de estratégias para o compartilhamento sigiloso de dados, surgindo assim, a internet. Desde então, é conhecida como a principal detentora de conhecimento, auxiliado as práticas educacionais. Desse modo, não é difícil indicar os pontos favoráveis e os empecilhos sofridos com a adesão da Educação a Distância (EAD) na população brasileira.

Primordialmente, muitos indivíduos encontram dificuldade na locomoção ou na disponibilidade de tempo. Assim, o surgimento das inovações tecnológicas como a EAD, facilita a adequação ao dia-a-dia do cidadão, além de ser mais em conta, tornando mais acessível a obtenção de conhecimento e aperfeiçoamento profissional. Segundo dados levantados pelas faculdades brasileiras, 20% das graduações são realizadas de maneira virtual ou semipresencial.

Entretanto, conforme citado pelo poeta modernista Carlos Drummond de Andrade: “No meio do caminho tinha uma pedra. Tinha uma pedra no meio do caminho”. De maneira análoga, tais pedras remetem aos problemas surgidos com a inovação tecnológica. Já que, de acordo com especialistas, a necessidade de certificado rápido transforma, em alguns casos, em uma “fábrica de diplomas”, tornando o aprendizado deficitário, “manchando” a qualidade do sistema.

Diante do exposto, é indubitável que medidas precisam ser tomadas afim de minimizar a problemática vigente. Urge, então, que o Ministério da Educação (MEC), crie programas de investimentos com o intuito de aprimorar a Educação a Distância, igualando ao modo presencial. Dessa maneira, retiraria as pedras no meio do caminho, melhorando a qualidade da experiência profissional.