Perspectivas e desafios da educação a distância no Brasil
Enviada em 28/10/2019
No filme “O menino que descobriu o vento”, o protagonista principal enfrenta grandes dificuldades para estudar devido às suas condições financeiras. Fora da ficção, muitas pessoas enfrentam dificuldades para estudar no Brasil, sendo a modalidade de EAD(Ensino à distância) uma possível solução para esses empecilhos. A partir disso, é pertinente analisar as perspectivas e desafios da educação à distância no país.
A priori, é fulcral pontuar o avanço desse tipo de ensino na educação brasileira. De acordo com dados do Ministério da Educação, mais de dois milhões de estudantes fazem ensino superior em instituições de ensino não presencias. Isso se deve, principalmente, pelo preço mais baixo em relação aos cursos de faculdades particulares, além de que atende as necessidades específicas de cada estudante, como horários e tempo disponível. Logo, a tendência do EAD é de crescimento, visto que impacta de forma positiva no que se refere ao alcance de alunos, propiciando uma maior democratização da educação.
Em segundo plano, é necessário analisar os desafios enfrentados por essa modalidade de ensino. Por mais que se garanta uma maior quantidade alnos estudando, um grande número de pessoas questiona o EAD, visto que diminui a relação entre o aluno e o professor em cursos que essa interação é vital, a exemplo os de Pedagogia e Ciências Sociais. Além disso, a quantidade de polos não são suficientes para que toda população seja atendida e, infelizmente, a previsão para o ano de 2020 é redução nos investimentos em educação, segundo o Governo Federal. Logo, faz-se necessário medidas para resolver esses estraves.
Diante dos aspectos mencionados, fica claro que medidas são necessárias para garantir um crescimento adequado da educação não presencial, visando superar seus desafios. Portanto, o Tribunal de Contas da União, deve direcionar recursos suficientes para Ministério da Educação possa efetivar a ampliação e o acesso para toda população, por meio da construção de novos polos presencias, os quais irão propiciar maior facilidade de estudos aos alunos, além de promover um contato maior com os professores. Dessa forma, o Brasil estará preparado para essa revolução no ensino, fazendo com que todos possam ter acesso, superando a realidade descrita no filme.