Perspectivas e desafios da educação a distância no Brasil

Enviada em 01/11/2019

Como consequência da 3° Revolução Industrial, a internet surgiu, não só para aproximar a população, mas, também, para passar educação às pessoas que nao conseguem participar de uma faculdade presencial. Nessa perspectiva, o ensino à distância (EAD), há como vantagem a facilidade de encachar os estudos em suas rotina, entretanto as aulas presencias desses devem acontecer com maior frequência.

Primeiramente, é válido apontar a facilidade que os estudantes  usuários do EAD possuem para se organizarem em estudo e trabalho. Por conta disso, as pessoas que utilizam esse ensino, normalmente, não possuem um grande espaço para estudar em sua rotina. De acordo com dados da Folha de S. Paulo, a maioria dos alunos matriculados nesse tipo de ensino possuem idades entre 26 e 40 anos, idade que há uma rotina menos flexível, uma vez que a maioria deles precisam trabalhar.

Entretanto, o ensino à distância deve melhorar em um aspecto: aulas presencias “práticas”. Em muitas faculdades que utilizam o EAD, fazem, normalmente, apenas 1 aula presencial por mês, dificultando o ensino dos estudantes que cursam, por exemplo, engenharia ou educação física, áreas que necessitam utilizar instrumentos, de difícil acesso, presente nas faculdades. Diante dessa pouca quantidade de aula, os alunos dendem à perder rendimento, pois, uma parte importante do ensino, a prática, fica debilitada.

Diante do exposto, o EAD é uma ferramenta muito útil às pessoas que não possuem uma  rotina muito “aberta”, entretanto precisa de alguns ajustes. Sendo assim, o Ministério da Educação deve propor leis ao poder Legislativo, com o intuito de regularizar as aulas presenciais ao menos 1 vez a cada semana. Nessas leis devem aparecer dados que mostram uma inificiência de um aluno, por exemplo, de engenharia que passa boa parte do curso utilizando materiais de difíl acesso para montagem de outros instrumentos. Com isso feito, pretende-se ter uma melhora no ensino à distância do país.