Perspectivas e desafios da educação a distância no Brasil
Enviada em 21/05/2020
No final da Segunda Guerra Mundial, foi inventada a internet com o objetivo de ter uma maior comunicação entre os países. Com o seu avanço, surgiu as redes sociais, programas voltados para o trabalho e a modalidade de ensino à distância. Apesar da educação online ter crescido, esta não inclui a sociedade como um todo, favorecendo apenas uma pequena minoria nas plataformas.
A priori, cabe ressaltar que os jovens brasileiros escolhem o ensino à distância por ser mais rápido, evita-se gastos com alimentação (como nas faculdades presenciais) e por apresentar um método, no qual, os estudantes de tornam autônomos nos seus estudos. Dessa forma, a modalidade de educação não presencial triplicou de 2017 para 2019, o que levou a resultados satisfatórios para as empresas e alunos.
Em segundo lugar, é preciso mostrar que o fato da educação à distância precisar de rede de conexão e computador, ela se torna extremamente elitista na sociedade brasileira por ser aderida apenas pelos estudantes de classe média e alta. Dessa forma, pesquisas feitas pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), revelam que metade da população não possui acesso a internet, ou seja, o cidadão de baixa renda por ter pouca condição financeira, é privado deste tipo de modalidade de ensino.
Portanto, faz-se necessário que o Ministério da Educação crie um projeto de lei e entregue a câmara dos deputados, para que se tenha auxílio estudantil para que os menos favorecidos tenham acesso a internet e que se crie locais públicos de fácil acesso para maior inclusão no ensino à distância. Desse modo, os índices dos estudantes que não possuem acesso a internet diminuirão, com a finalidade de ter-se uma sociedade melhor e mais fiel aos princípios da Constituição.