Perspectivas e desafios da educação a distância no Brasil
Enviada em 11/07/2020
O caminho mais em conta porém complicado.
EaD: Ensino a Distância, uma ferramenta muito efetiva e acessível que ainda gera discussões entre professores e alunos sobre o verdadeiro potencial de ensino e o alcance para pessoas menos favorecidas. Segundo uma pesquisa feita pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), os estudantes de Ead chegaram a quase 1,8 milhão em 2017 – o equivalente a 21,2% do total de matrículas em todo o ensino superior.
Os professores acham que o número de alunos é tão grande porque os estudantes querem tirar apenas um diploma de forma fácil sem se preocuparem com o ensino em si. Uma das outras dificuldades é que esse ensino infelizmente não é disponibilizado para todos pelo fato de existirem alunos sem internet em casa não possuírem aparelhos celulares ou computadores.
Dessa forma o futuro do Ensino a Distância pode proporcionar para o mundo profissionais sem nenhuma qualificação exercendo trabalhos no mercado, a insegurança da população em relação aos novos profissionais entre outras consequências. Também poderá aumentar ainda mais a desigualdade social presente na maioria dos países do mundo se não houver um política social que disponibilize esse ensino a todos os cidadãos.
Portanto para que a Educação a Distância seja exercida de forma efetiva é preciso que o Governo Federal em conjunto com Ministério da Educação e as Universidades e Escolas que adotaram o EaD, criem espaços de fiscalização de forma rápida, em que se possa ter a certeza de que o aluno está aprendendo se forma efetiva o conteúdo apresentado nas aulas, também é preciso que esses mesmos órgãos disponibilizem a estrutura adequada para que pessoas menos favorecidas também tenham acesso a essa educação como espaços de estudos públicos com internet, bibliotecas com computadores para pesquisa, para que no futuro todo esse investimento seja aproveitado de forma efetiva.