Perspectivas e desafios da educação a distância no Brasil

Enviada em 12/07/2020

Com a Revolução Técnico-Científica do século XX, as tecnologias avançaram permitiram a criação de novos modelos de educação, adaptadas para tal revolução. Hodiernamente, durante a pandemia do COVID-19, a educação a distância (EAD) tem se revelado de grande importância, mas não surtindo tanto efeito assim quanto nas aulas tradicionais presenciais.

Jean-Jacques Rousseau, um filósofo francês, afirma que: “o homem nasce livre e por toda parte encontra-se acorrentado” faz uma alusão clara a educação a distância: o ser humano prefere continuar na sua zona de conforto do que experimentar algo novo.

Apesar de o ensino EAD mostrar-se uma boa solução para a democratização do ensino, incluindo pessoas desabilitadas de irem às aulas presenciais, muitas pessoas – geralmente moradoras de áreas rurais sem cobertura de internet, moradores de periferias e pessoas de baixa renda – são excluídas desse meio por não terem recursos disponíveis para frequentarem as aulas. Por conseguinte, muitos acabam desistindo provocando aumento dos índices de evasão escolar no país.

Portanto, com o intuito de amenizar esta problemática e contribuir com a democratização do ensino no país, faz-se necessário a ação do Ministério da Educação em parceria com o Governo Federal, através de verbas governamentais, criar propagandas a serem divulgadas em canais televisivos e redes sociais, que exponham à importância e a seriedade do ensino a distância, com o objetivo de reduzir a evasão e a resistência dos alunos. Em adição, o MEC deve reduzir a carga horária das disciplinas e a quantidade de afazeres, regularizando cada curso, com o propósito de aliviar a tensão dos estudantes, sobretudo a inclusão e a disponibilização de cursos e recursos aos que não possuem através de verbas do governo.