Perspectivas e desafios da educação a distância no Brasil

Enviada em 12/07/2020

Mesmo antes da invenção da história, através de gestos e ditados na era pré-histórica, todos tentamos ensinar a tecnologia que é vital para a sobrevivência humana. No entanto, com a complexidade da sociedade atual, é necessário criar sistemas específicos para cada campo de estudo. A mais importante é a educação a distância, embora prática, geralmente desatualizada e entregue a uma parte limitada da população.

Inicialmente, vale ressaltar que uma das maiores vantagens da educação presencial é a interação mais próxima entre alunos e professores. O filósofo antigo Sócrates acreditava que esse contato era fundamental, o que o levou a abandonar continuamente seus livros e a dedicar-se apenas ao diálogo, porque só assim ele pode produzir conhecimento. Ao contrário do seu sistema, por ser um processo mecanizado, essa interação on-line é superficial, especialmente quando a comunicação entre as pessoas é muito importante, como cursos profissionais diários que lidam com pessoas. Dessa forma, o indivíduo entra no mercado de trabalho despreparado, o que indica falta de educação.

No entanto, apesar das lacunas, a educação a distância é uma boa opção para quem deseja otimizar seu tempo ou para quem não pode comparecer pessoalmente devido a vários outros motivos (como a distância). Em geral, para torná-la eficaz e democrática, a popularidade da Internet deve ser uma realidade nacional, não no Brasil. Segundo a PNAD (Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios), em uma pesquisa de 2016, cerca de 21,6% dos domicílios no país não conseguiram acessar a Internet. Portanto, esse problema tornou-se um problema de priorização dos métodos de aprendizado on-line e ainda é considerado um método alternativo e não um método de escolha.

Portanto, diante dos fatos acima, há uma clara necessidade de melhorar a educação a distância no Brasil. Em primeiro lugar, o governo federal e o IBGE trabalham juntos para mapear áreas sem Internet e, em seguida, desenvolver projetos implementando incentivos fiscais para empresas que prestam serviços para tornar os pacotes mais baratos. Nesta área, o uso está se expandindo gradualmente. No entanto, o MEC deve impor padrões mínimos de qualidade aos cursos oferecidos, avaliar padrões como suporte ao professor, conteúdo e outros requisitos e evitar o treinamento de profissionais despreparados. Em vista disso, o ensino on-line pode ser eficaz para quem optar por usá-lo.