Perspectivas e desafios da educação a distância no Brasil

Enviada em 13/07/2020

No documentário brasileiro “Pro dia nascer feliz”, foi apresentado uma garota que sofria com os problemas governamentais de sua região, por conta da precariedade no sistema de transporte. No entanto, o surgimento da educação a distância (EAD), acabou facilitando o atendimento de indivíduos que sofrem com esta agrura, sendo capaz de diminuir parcialmente o caso daqueles que lidam com a perda do ensino devido à longinquidade. Porém, ainda há preconceitos perante os indivíduos que fazem curso a distância, com relação ao mercado de trabalho. Dado o exposto, é relevante analisar as principais consequências dessa problemática para a sociedade brasileira.

Em uma primeira análise, cabe ressaltar que, o desenvolvimento da tecnologia, foi criado no período da Guerra Fria, com intuito de fazer com que os militares tivessem contato. Além de facilitar o acesso à pesquisa e à informação, a internet também contribuiu para a expansão de uma modalidade de ensino à distância. Nesse ínterim, é conspícuo, que as inscrições para o acesso de aulas “on-line”, vem aumentando muito. Segundo o Ministério da Educação (MEC), ouve um crescimento entre os anos 2003 e 2013 de 1.103.661 inscrições para a Educação a Distância no Brasil.

Essa conjunção de fatores evidencia que, a demanda da procura pelo EAD, vem crescendo cada vez mais devido os cursos em sua maioria, oferecerem preços mais acessíveis, flexibilização do tempo e aprendizado em qualquer lugar. No entanto, apesar dos cursos online oferecerem qualidade de alto nível, formando profissionais capacitados e adequados para lidar com as inovações, faz-se presente a mentalidade de preconceito, fazendo com que muitas pessoas acreditem que a educação a distância não transmite o mesmo peso que um diploma presencial. Outrossim, é relevante que, algumas empresas julgam que o aluno formado em ambientes virtuais, não tem a capacidade para a vaga de emprego, causando até mesmo, descriminação e exclusão social.

Portanto, faz-se, mudanças necessárias as quais alterem esse cenário que prejudica várias pessoas da sociedade por conta do preconceito existente em alguns setores do mercado de trabalho. Logo, cabe ao Ministério da Educação e Cultura, criar propagandas a serem divulgadas, a fim de mostrar a importância e a seriedade do ensino à distância, de modo que as pessoas vejam que requer o mesmo esforço como se fosse em aulas presencias, com o objetivo de reduzir o preconceito e a resistência das pessoas que fazem curso EAD, de modo que o indivíduo tenha a oportunidade de exercer uma profissão. Pretende-se, dessa forma, diminuir os impactos da maneira como o ensino à distância ainda é visto pela sociedade em meio ao século XXI.