Perspectivas e desafios da educação a distância no Brasil
Enviada em 19/07/2020
Com o advento da internet no ano de 1969, muitas oportunidades foram alcançadas. Já eram realizadas através de rádio, fitas de VHS, cartas e outros meios as práticas da educação a distância (EAD). A rede virtual permitiu coisas que até então eram fictícias como: interligar laboratórios de pesquisa; envios de mensagens a longa distância e até mesmos, aulas via internet, fora do ambiente escolar, este último encontra empecilhos, sobretudo em países pobres e em desenvolvimento, como o Brasil.
A educação a distância permitiu que pessoas de todos os lugares tivessem acesso a cursos, faculdades e pós-graduações para indivíduos que não possuem viabilidade para os cursos presenciais. Em 2019, o número de matrículas na graduação no formato EAD chegou a 21% do total do ensino superior do país. Outro benefício da educação a distância é a diminuição dos gastos com locomoção, alimentação e matrícula, que é mais acessível comparado aos gastos do curso presencial, segundo à Associação Brasileira de Educação a Distância (ABED).
Entretanto, esse modelo encontra dificuldades e desvantagens tendo como, por exemplo, a escassa acessibilidade à internet, principalmente nas áreas mais pobres e pouco habitadas do país, dificuldade de concentração e o entendimento das matérias por parte dos alunos, além da decrescente interação entre aluno e professor.
Portanto, diante dos fatos sobreditos, conclui-se que, embora o ensino à distância necessite de melhorias tanto por parte do governo, que deveria disponibilizar área como, por exemplo, uma biblioteca municipal ou um espaço de computadores públicos, que teria acesso a toda população e deste modo, seria um local de fácil acesso à internet e de melhor foco ao estudo, quanto por parte dos alunos que necessitam de maior esforço e dedicação de seu tempo de estudo. É vigente também que colégios disponibilizem mais cursos a distância e motivar os alunos a aderirem ao método de estudo.