Perspectivas e desafios da educação a distância no Brasil
Enviada em 15/08/2020
No contexto social vigente, o termo “Educação a distância” pode ser definido como toda modalidade de ensino na qual alunos e professores estão separados, conectando-se com o uso de tecnologias. Dessa forma, é evidente a catástrofe social resultante das dificuldades de tal ponto, sendo que o filme “Gênio Indomável”, que retrata a história de Will, um rapaz brilhante que enfrenta os desafios de adaptação pedagógica por sua baixa classe social, demonstra o atual cenário do país. No entanto, observa-se que essa questão tem ocorrido por desigualdades econômicas, além de inoperância politica.
Em primeiro plano, deve-se analisar a desconformidade dos aspectos mealheiros como um dos causadores do problema. Desse modo, é exequível referir-se ao consenso mundial referente à baixa estimativa de acesso a meios informacionais entre os brasileiros, pois segundo dados do jornal “O Globo”, cerca de 20% da população não tem acesso a vários tipos de tecnologia, fator que demonstra uma escassez de medidas viáveis para solucionar a adversidade. Destarte, em virtude de determinada parcela do meio social abranger um grupo com intensas objeções econômicas, o que inviabiliza tanto a compra de aparelhos eletrônicos que auxiliem no aprendizado, quanto o adentramento em instituições superiores, acarretando em um conjunto de indivíduos desprovidos de tal direito legislativo.
Paralelo a isso, é essencial aludir sobre a negligência governamental como outro imortalizador do emblema. Dessa maneira, é factível remeter ao que afirmava Immanuel Kant, famoso filósofo prussiano, “O homem não é nada além daquilo que a educação faz dele”. Contundo, hodiernamente, é notório o desvio de convicção da maioria dos representantes legais, o que os impede de observar com clareza a urgência didática que assola a nação, devido haver um interesse maior em práticas corruptivas que impossibilitam o auxilio ao corpo social necessitado, gerando uma piora no cenário.
Entende-se, portanto, que a continuidade da questão dos desafios da educação a distância no Brasil é fruto de desigualdades socioeconômicas e do escasso intermédio político. Diante disso, o Governo Federal, em parceria com o Ministério da Fazenda, responsável pelas finanças nacionais, deve criar um projeto econômico que vise atender a população carente em aspectos educativos, por meio de um auxilio mensal direcionada as contas bancárias de determinado corpo social, seguindo um protocolo que garanta a veracidade da situação financeira, com o objetivo de possibilitar a compra de instrumento tecnológicos voltados ao processo instrutivo. Ademais, o Ministério da Educação, juntamente com o universidades privadas, incumbidas de disseminar o saber, precisam disponibilizar a afluência da maioria dos cursos disponíveis, mediante a diminuição das mensalidades para cidadãos que se apresentam em situações precárias, com a finalidade de modificar o panorama hodierno.