Perspectivas e desafios da educação a distância no Brasil
Enviada em 02/09/2020
Segundo o artigo sexto da Constituição Federal, todo cidadão tem direito a educação de qualidade. No entanto, quanto se trata do ensino a distância a aplicação da lei é falha. Isto, pois é um campo novo no Brasil possuindo perspectivas e desafios que ainda estão sendo analisados, como sua influência na formação de uma escolarização mais igualitária. Além da eficiência duvidosa da referida modalidade em pessoas com deficiências psicológicas, neurológicas e genéticas.
Primeiramente, é válido evidenciar que o sistema educacional aplicado hoje no Brasil é deficiente. Ele é explicado pelo pedagogo Paulo Freire como bancário porque desconsidera a aplicação do conhecimento no dia a dia dos alunos e, consequentemente, é pouco eficiente. Dessa forma, mudar o meio de transmissão das aulas para o digital é ainda pior por ser um campo pouco explorado até o momento e cujos profissionais e lecionados não tem costume, ou seja, os envolvidos tem mais dificuldade de passar e compreender os assuntos do que já possuem. No entanto, a dominação da educação online melhoraria o acesso a parcela popular que moram distante das instituições físicas, dese que comunidades, como a ribeirinha, obtenham internet estável e eletrônicos que permitam tal conquista.
Outrossim, para pessoas que possuem transtornos como o Déficit de Atenção com Hiperatividade tem dificuldade de ficar parado por muito tempo e de se concentrar. Desse modo, no Brasil, o público em questão tem mais dificuldade em estudar online, pois precisam ficar sentados de frente para uma tela por um período longo. Assim, a forma de ensino normalmente usada na sala presencial precisa ser adaptada para funcionar na online.
Portanto, é imprescindível que a Mídia informativa em parceria com Organizações não governamentais formulem e disseminem uma campanha que vise melhorar a eficiência da educação a distância brasileira. Isso só será possível por meio de comerciais que usem o discurso de pedagogos médicos para comover a população a cobrar do Estado melhorias na metodologia de estudo para atender melhor a população considerando suas necessidades particulares, tal como distribuição da tecnologia gratuitamente nas comunidades carentes que serão beneficiadas com a modalidade educacional em questão.