Perspectivas e desafios da educação a distância no Brasil

Enviada em 14/01/2021

Não é tão recente a pratica da educação a distância (EAD), há algumas décadas atrás, por exemplo, existiam os cursos via carta ou rádio. A educação vêm, por certo, trazendo pontos positivos para a educação com a maior acessibilidade ao ensino graças ao menos custo, a facilidade de encaixar aos horários disponíveis do aluno, e do benefício de não precisar deslocar-se até a sala de aula, porém, um ponto importante a ser tratado é sobre essa facilidade, que, apesar de parecer benéfico, esse ensino pode ser entregue de forma defasado e desigual.

Muitos alunos vêm adotando o EAD pela facilidade de encaixe as suas rotinas, aos que trabalham ou aos que cursam outra faculdade, por exemplo. O fato dessas pessoas não terem tempo para se deslocarem com frequência as salas e a capacidade de assistir ás aulas em qualquer hora e a qualquer lugar, torna esse meio de ensino bastante atraente. O fato é, também, que esses cursos são mais acessíveis no preço, mais baratos, mas, ainda assim, custam, o causaria uma elitização do conhecimento, apenas quem tem dinheiro para gastar com uma formação seria capaz de cursas, dificultando ainda mais o problema de igualdade social.

A forma de ensino de Sócrates dispensava, muitas vezes, o uso dos livros, a partir de discursões entre o professor e o aluno era entregue um saber que foi pensado, que foi discutido. Há estudiosos que critícam esse saber “imediato”, que não há uma contrução ou debate em volta do tema, aprenter atrávez da dificuldade.

Por fim é certo a necessidade do aprimoramento dessa forma de ensino. Cabe aos órgãos como o MEC fiscalizar e verificar se o ensino entregue é de qualidade para qualidicar os estudantes para o mercado de trabalho e disponibilizar cursos para que, mesmo os alunos de baixa renda, possam se qualificar.