Perspectivas e desafios da educação a distância no Brasil

Enviada em 14/05/2021

Os jesuítas criaram as primeiras escolas em 1549, com o objetivo de formar sacerdotes e catequizar o índio, dedicando-se também à educação da elite nacional, mas com o tempo mais matérias foram descobertas e as escolas cresceram cada vez mais, tornando-se cada vez mais presentes e importantes para os seres humanos. É importante ressaltar, que no momento o mundo enfrenta uma pandemia, que reflete nas perspectivas e desafios da educação a distância no Brasil. Embora a educação a distância seja prática, ela pode ser um pouco comprometida. Tal problemática ocorre devido a falta de acesso às novas tecnologias por parte da população menos favorecida e também, pela dificuldade de adaptação dos alunos e professores.

Em primeiro momento, é importante ressaltar, que segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatísticas (IBGE) quase 46 milhões de brasileiros ainda não tem acesso à internet. Dessa forma, fica evidente que as aulas não são entregues a uma parcela restrita da população. Porém, apesar das dificuldades apresentadas pela educação a distância, ela é uma ótima alternativa para quem busca poupar tempo ou para as pessoas que por diversos motivos não consegue cursar o que deseja presencialmente.

Em segundo momento, é notório que um dos principais aspectos que podem comprometer o processo de aprendizagem dos estudantes é a adaptação. Sendo assim, a ausência de conhecimentos a respeito da ferramenta, falta de um calendário para organização ou outros processos semelhantes são suficientes para desestimular o aluno. Convém frisar, que de acordo com uma pesquisa do Instituto Península, a cada 10 professores, 8 não se sentem preparados para EAD.

Por fim, a educação deve ser prioridade do governo. Dessa maneira, é necessária a criação de projetos que integrem o governo federal, estadual e municipal a fim de investir em melhorias nesse âmbito. Fica evidente, portanto, que o governo deve investir e oferecer serviço de internet para locais onde ainda não possuem, aumentando assim a interação dos alunos. Feito isso, é possível pensar em campanhas pública de incentivo à valorização da educação a distância.