Perspectivas e desafios da educação a distância no Brasil

Enviada em 31/08/2021

A educação a distância surgiu em 1890, na Alemanha, por meio de correspondências e ao longo dos anos foi evoluindo até a era digital que utiliza a internet para aprender em casa com mais interatividade educacional. Diante dessa panorama, no Brasil, muitas pessoas começaram a migrar em direção a faculdades que ensinam a distância, porém, muitos especialistas em educação críticam a didática oferecida nas instituições a distância, como também, a falta de aulas práticas para os acadêmicos durante o processo de aprendizagem.

Em primeiro plano, é importante destacar o pensamento crítico dos especialistas em educação sobre a educação a distância. A respeito disso, de acordo com o presidente do Instituto de Sociologia Aplicada, César Callegari, a educação a distância seria uma forma simplificada de ganhar um diploma. No entanto, é incoerente afirmar que é fácil completar uma graduação a distância, pois os estudantes são submetidos uma grade estudantil semelhante aos instuitos de ensino superior e também, o estudo a distância exige uma disciplina estudantil indivIdual dos acadêmicos. Dessa forma, todos os estudantes que alcançam a finalidade do curso, só conseguem seu certificado somente com a sua determinação em estudar diariamente.

Sob outro prisma, é imprescindível ressaltar a importância de aulas práticas aos estudantes de educação a distância. Análogo a isso, segundo o Ministério da Educação e Cultura(MEC), é necessário para os estudantes praticarem sobre os aspectos do curso, assim desenvolvem o pensamento criativo e técnico sobre a formação acadêmica. Nesse sentido, as faculdades especializadas em EAD deveriam investirem em institutos de aulas práticas, dessa maneira, iria possibilitar aos estudantes a forma ágil de ampliarem seus conhecimentos e promoveria mais profissionais altamente qualificados. Desse modo, as entidades privadas de instrução a distância devem investir imediatamente para propiciar mais brasileiros especializados no suas formações.

É necessário, portanto, que medidas sejam tomadas para solucionar esse imbróglio. Destarte, cabe ao Ministério da Educação e Cultura(MEC), realizar mais investimentos para a educação a distância, por meio da ampliação de centros de aulas práticas aos estudantes que cursam a distância e mais parceirias com iniciativas privadas, a fim que estudantes possam se tornar mais capacitados e regredir o conceito retrógrado que afirma que a educação a distância é uma forma simplificada de ganhar um diploma. Além disso, o MEC pode, ainda, fazer mais avaliações técnicas nos institutos de ensino superior para comprovar o aprendizado dos graduandos. Somente assim, a educação a distância no Brasil irá gradativamente se tornar uma forma de educação menos burocrática.