Perspectivas e desafios da educação a distância no Brasil

Enviada em 05/10/2021

Segundo o Artigo 6° da Constituição federativa brasileira, é direito de todos ter acesso à educação. Nesse sentido, o ensino a distância (EAD) no brasil aprimorou o ádito à educação, assim, democratizou. No entanto, o acesso ao EAD não beneficiou todos, visto que, o acesso à internet não é igualitário. Sob esses aspectos, é importante analisar os principais desafios, como o preconceito nas áreas de trabalho, à acessibilidade e  possíveis medidas relacionadas a esse desmonte.

Nesse contexto, é importante destacar que o prejulgamento no mercado de trabalho sobre os indivíduos formados no ensino a distância culmina os desafios. A Terceira Revolução Industrial que ocorreu na metade do século XX, ocasionou diversas mudanças, como a busca por profissionais altamente qualificados. Entretanto, a população que se formou no EAD apresentam um aspecto negativo no mercado de trabalho, pois parte da sociedade julga tais formandos com a desconfiança sobre o ensino a distância. É, portanto, inadmissível que a sociedade e donos de empresas prossigam conjecturando e negando ofertas aos estudantes do EAD.

Ademais, outro fator relevante é à acessibilidade que não é democratizada para todos. Na Argentina, a professora Miriam Mabel decidiu utilizar a rádio comunitária para continuar ensinando seus alunos que não têm acesso à internet. Nessa perspectiva, o ensino a distância não é benéfico para todos, posto que, a população da área rural não possue total acesso à internet, com isso, são privadas de tal ensino e de chances igualitárias para a sua formação. Em vista disso, é inaceitável que o Estado progrida negligenciando uma educação inclusiva e democrática.

Sendo assim, pode-se inferir que esse problema está em questão e carece de soluções. Dessa forma, o Ministério da Educação, em parceria com o Poder Legislativo, devem criar políticas públicas que democratizem a educação para todos, com a democratização da internet, além disso, ofertar emprego para os formandos do EAD, por meio de alargamento de verbas e discussões no planalto, com a participação ativa da população, dos políticos e dos representantes das empresas, a fim de que os desafios da educação a distância não sejam mais uma realidade possível no Brasil.