Perspectivas e desafios da educação a distância no Brasil
Enviada em 08/11/2021
No contexto atual de pandemia, causada pelo vírus da COVID-19, coube às instituições de ensino, em conjunto de docentes e alunos, a adaptação ao ensino a distância, onde os desafios vieram como consequência. É possível criar uma perpectiva ao assistir vídeos humoríticos através de redes sociais como o “TikTok”, onde estes são constítuidos, em sua maioria, de critícas negativas sobre o modelo educacional, permitindo que aqueles que estão inseridos neste âmbito se identifiquem. Sob esta ótica, nota-se que, em vista do poder da influência, o que sucede é a aversão ao sistema. Desse modo, problemas como a falta de investimento necessário para o modelo e o preconceito no mercado de trabalho apresentam constância no país.
Em primeiro plano, evidencia-se que o panorama précario na educação a distância ocorre devido a displicência estatal. Segundo dados do Ministério da Educação, cerca de 4 milhões de estudantes se matricularam no ensino superior a distância em 2014, sendo a maior parte deles de classes baixas e médias, o que mostra a importância indubitável do investimento nesse modelo educacional. No entato, inquestionavelmente a carência de um plano unificado para este ensino nesse meio é notável. Em virtude disso, vê-se que ausência de uma diretriz nacional prejudicou a qualidade dos planos de ensino oferecidos, já que cada estado adotou um plano diferente e sem orientação federal, trazendo maus resultados.
Em segundo plano, é importantante salientar que a pobreza de plataformas de qualidade afeta a prepração do estudante para a vida e o merdado de trabalho. De acordo com os dados apresentados pelo Censo da Educação Superior 2019, o número de matrículas em cursos a distância entre 2009 e 2019 aumentou 378,9%. Por conseguinte, percebe-se que, em determinado período, há uma massa de brasileiros concluintes do médio ou superior, através da educação a distância, em busca de emprego. Todavia, como consequência do problema, têm-se o preconceito no mercado de trabalho como principial barreira para progresso, não só do cidadão, mas também da nação, quando empresas duvidam da formação desses.
Portanto, são necessárias medidas operantes para a reversão deste cenário. Nesse viés, cabe ao Ministério da Educação, por meio de verba governamental, investir na formação dos estudantes, criando uma plataforma digital gratuita, juntamente de um plano unificado eficaz, visando atender, de forma automatizada, as dificuldades de cada aluno e ao estímulo à aprendizagem. Dessa maneira, será possível garantir uma educação que, de fato, prepare os indivíduos para os desafios da vida e promova plana constração de conhecimentos. Sendo assim, seremos uma sociedade que promove a inovação.