Perspectivas e desafios da educação a distância no Brasil

Enviada em 18/11/2021

Desde a chegada das redes imateriais com a globalização, as relações de ensino a distância estão se tornando algo viável. Dessa forma, com o surgimento da pandemia do vírus Sars-Cov-2, as aulas começaram a ser de maneira remota para cumprirem com os protocolos. Isso agravou seriamente o ensino dos jovens brasileiros, pois grande parte deles colaram nas provas, por terem acesso as respostas na internet.

Em virtude disso, esses boicotes nas avaliações afetaram diretamente na queda de inscrições da maioria das universidade, por exemplo: 2021 é o ano com menor número de inscrições para o ENEM. Além do mais, esse ensino a distância necessitou que professores e alunos aprendessem utilizar o computador, sem muitas vezes nunca ter mexido em um. Dessa maneira, nota-se que em colégios públicos havia estudantes com vontade e determinação de estudar, porém não possuiam meios de se conectar nas reuniões.

Além disso, observa-se que a aprendizagem através da internet está deixando de ser algo diferente. Por conseguinte, de acordo com o sociólogo positivista Émile Durkheim, esse tipo de educação seria um fato social patológico, ou seja algo o qual rompe com o padrão. Contudo, com a adição de novas medidas contra o Covid-19, esse tipo de ensino se transformou em um fato social normal, algo considerado padrão para determinada sociedade.

Portanto, o Ministério da Educação, junto com as escolas, devem auxiliar professores ensinando a mexer no computador, por meio de aulas os quais especialistas explicam a melhor configuração de vídeo e a forma mais adequada para utilizar os slides. Consequentemente, com o objetivo de conseguir entregar uma excelente resolução visual e boas explicações para os alunos, os quais poderam ser disponibilizadas posteriormente.