Perspectivas e desafios da educação a distância no Brasil
Enviada em 23/05/2024
Como já dizia o filósofo Paulo Freire, “A educação não transforma o mundo, educação transforma as pessoas, pessoas transformam o mundo.” De mesma maneira, no Brasil, não só estão tendo que lidar com a evasão escolar, mas também modalidades de ensinos online. Portanto é de extrema importância que o estudo a distância decadente no Brasil seja combatido, por meio de políticas públicas.
A situação dos indivíduos, os quais encontram-se a margem da sociedade, torna-se mais complicada com a má qualificação dos cursos virtuais ofertados. De acordo com o levantamento realizado pela ABED (Associação Brasileira de Educação a Distância), cerca de 9 milhões de estudantes escolhem aprender pela modalidade EAD, mas 40% desistem no meio do processo. Dessa maneira, alguma atitude deve ser tomada pelo Estado para garantir ao cidadão um controle de qualidade do ensino.
Ademais, o crescimento da procura de faculdades online é principalmente não precisar da deslocação, o que facilita para alunos que residem em cidades do interior com difícil acesso. O resultado dessa ação converte-se em cidadãos insatisfeitos com os serviços prestados pela instituição, como por não possuírem meios ágeis de tirar as dúvidas, a falta de trabalhos que exercitem a dicção e a instabilidade do site. Desse modo, torna-se imprescindível que o poder governamental atue para combater as entidades que não prestam um bom serviço de conhecimento a distância no Brasil.
Diante do exposto, faz-se necessário o uso de políticas públicas para a conscientização e estruturação da sociedade, ou seja, a criação de um projeto de Garantia de Ensino de Qualidade para faculdades virtuais, por meio do Governo Federal. A fim de estabelecer uma fiscalização aprofundada na modalidade EAD, visando qualificar a aprendizagem, assim tornando favorável o estudo no Brasil.