Perspectivas e desafios do ENEM Digital
Enviada em 22/05/2020
Em 2014 se iniciou um novo método para as salas de aula, o “Ensino Híbrido”. Coordenado pela Fundação Lemann com o intuito de induzir a tecnologia aos aprendizados, facilitando tanto para os alunos quanto aos professores. No entanto, o método foi interrompido pelas barreiras da desigualdade social e manipulações virtuais que ocorriam nesse sistema. Do mesmo modo que se retrata os dias hodiernos e o ENEM.
Segundo o CETIC (Centro Regional de Estudos para o Desenvolvimento da Sociedade da Informação), cerca de 67% de todas as casas no país tem acesso a internet, mas e as outras 33%? Uma vez que o Brasil segue governando sem infraestrutura e recursos que ajudariam a problemática, essas pessoas seguem sendo excluídas dos privilégios que a tecnologia proporciona. Como estudar pela internet, fazer uma pergunta ao Google e assistir aulas online.
Além disso, um outro problema que surge ao conciliar a tecnologia com as salas de aula é a manipulação. Visto que, todo material escolar, provas e atividades estão expostas ao mundo virtual que por consequência pode ser aberto por algum “hacker” ou até mesmo um aluno. Podendo então manipular todo o sistema.
Desse modo, o Governo Federal junto de seus governadores deve continuar rompendo as barreiras da desigualdade social, levando internet e tecnologia as cidades precárias e fornecendo também meios para que as pessoas possam usufruir dessa internet, como a distribuição de computadores e “tablet´s”. As equipes de TI em parceria com o governo podem contribuir com a fiscalização e manutenção de sistemas e redes de ensino, sendo pagos a partir do imposto direcionado a educação. Com tais atos, mais alunos poderão participar da prova do ENEM, com equidade e segurança.