Perspectivas e desafios do ENEM Digital

Enviada em 01/11/2020

Torna-se mais evidente no contexto brasileiro, uma busca por melhorias referentes aos desafios do Enem digital e suas perspectivas. Dessa forma, dede 2019, que o Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas educacionais Anisío Texeira (INEP) divulgou as mudanças que será realizado pelo instituto. No entanto, com as alterações feitas existe alguns impasses, destacando-se os problemas na infraestrutura e nas desigualdades que pode vir á tona.

Em primeira instância, cabe analisar que as complicações da infraestrutura são vistas pelo INEP principalmente nos primeiros anos, pois é previsto uma reaplicação para estudantes que foram prejudicados. Diante disso, como o Enem digital irá ser aplicado em 110 cidades de todos os Estados, as localidades do interior podem ser afetados, pois há municípios que existem dificuldades em acessar o computador, como por exemplo, problemas na energia, pois o suporte da plataforma para os candidatos em um só período pode deixar a internet lenta. Com isso, cabe aos órgãos responsáveis como o Ministério da Educação introduzir medidas que seja seguras a cerca dessas implementação.

Outrossim, vale destacar que desde a Revolução Industrial no século XVIII, na Inglaterra, a tecnologia vem ganhando espaço no meio social todos os dias. Além disso, vale ressaltar que muitos brasileiros não tem contato com essa ciência completamente, trazendo desigualdades que segundo o TIC (Tecnologia  da Informação e Comunicação) na educação o número de estudantes de escolas privadas possuem mais acesso a tecnologia em casa e é maior do que as que não tem, como os das escolas públicas. Contudo, o Estado deveria investir mais em computadores em colégios da rede pública, aproximando os estudantes da modernidade.

Portanto, medidas são necessárias para resolver esse impasse, É imprescindível que o Ministério da Educação realize investimentos na segurança da plataforma para não haver hakeres no sistema, efetuando aplicações na energia e internet, oferecendo aos estudantes vários meios para desenvolver os conhecimentos, pois com o acesso ao meio digital além de ficar familiarizado com a tecnologia, terá várias portas ao qual irá aprender com qualidade e segurança. Ademais, os mesmos órgão devem repartir os investimentos na educação, como por exemplo a retirada do capital de universidades públicas para o ensino básico, oferecendo aulas extras de computação com profissionais da área, para acabar com o preconceito gerado em cima de não ter relações com a tecnologia. Assim, cria-se um sociedade mais hepática e com conhecimentos exacerbados.