Perspectivas e desafios do ENEM Digital
Enviada em 01/06/2020
Com o advento da revolução tecno-científica, o mundo de forma gradual passou a se modernizar e o que antes era feito de maneira manual, hoje pode-se ter auxílio da tecnologia. Dessa maneira em 2019, no Brasil, o Ministério da Educação estabeleceu o novo Enem digital, que começaria em 2020 em algumas cidades no país, e não seria obrigatório. Nesse sentido, observa-se as boas perspectivas a cerca dessa nova ferramenta;aumento da economia, bem como os desafios; democratização de todas as escolas que irão utilizar o novo recurso.
Em primeiro lugar, é importante pontuar que a nova modalidade do Enem é um beneficio não só contribuinte ao avanço digital mas também para economia do país. Em prova disso, tem-se o ocorrido no primeiro semestre de 2019, onde o Inep afirmou que não haveria folha de rascunho, e que essa ação segundo o instituto, geraria uma economia, de quase R$42 milhões.Assim, pode-se perceber que, uma simples redução de papeis causou uma redução imensa de gastos ao governo, então, o Enem de forma virtual, causaria ainda mais efeitos na economia, com a redução de papel, esse fato poderá ser comprovado em 2020-ano de primeira implantação- com os 101.100 vagas disponibilizadas.
Ademais, cabe enfatizar que apesar de 2020 ser o primeiro ano de inserção desse método de aplicação, o Inep afirmou que até 2026 seria 100% digital, com isso escolas onde antes teriam apenas aplicações tradicionais do exames, deverão adequar-se ao novo funcionamento.Sendo assim, há impasses a serem discutidos, o professor Alavares da USP por meio do G1, questionou se as escolas públicas teriam capacidade para esse recurso com a mesma agilidade em que as escolas particulares provavelmente terão -por exercerem mais vantagens- ele mesmo nega.Por isso as instituições privadas certamente vão acelerar o processo de adaptação, que pode gerar favorecimento daqueles que conseguirão realizar-la.
Dessarte, é mister a os benefícios advindos do Enem digital que começará a ser implantado em 2020 bem como possíveis complicações a serem corrigidas.Por isso, cabe ao Ministério da Educação(MEC) exercer fiscalizações na prova para que não gere complicações -bem como fraldes durante o exame- com a finalidade de não ocorrer obstáculos que possa causar irregularidades entre os participantes, e outrossim acelerar as implantações nas demais unidades que irão prover esse método até 2026 para que todos os participantes possam está postos as mesmas situações.E dessa forma, trabalhe-se para um Brasil mais igualitário e incluso as novas funções tecnológicas.