Perspectivas e desafios do ENEM Digital

Enviada em 22/06/2020

O Brasil é considerado um dos países que tem a maior taxa de pessoas analfabetas, conseguindo alcançar cerca de 8,7 milhões de pessoas, segundo o ministério da educação. Quando se fala sobre ensinar um analfabeto, é necessário ter conhecimento que ele nunca teve contato com o ensino do próprio idioma, assim, não falando corretamente coisas simples ou até mesmo sem saber escrever o próprio nome. Então, uma pessoa que é analfabeta e ouve falar sobre ensino E.A.D, não vai compreender como é feito e nem ter noção de como é o método de ensino. Ensino a distância tem crescido muito no Brasil, mais de 21 milhões de jovens têm suas graduações à distância e um fator que sobe o numero desses jovens é o valor da graduação online. Uma graduação em uma faculdade particular custa aproximadamente R$900,00, na EAD o mesmo sai por R$200,00 além de que você pode ficar na sua casa e estudar no conforto do seu quarto. Mas quando se trata desse assunto, de ensinar uma população que é analfabeto a fazer um ensino a distãncia, ser-a falho. Eles não sabem ler, nem escrever, como querem que eles usem um computador? É quase impossível, além do mais quando você está ensinando gramática, letras, como juntar as palavras e como leitura vão surgir dúvidas - e onde estará o professor para auxiliar? O EAD não vai facilitar o ensino dessa população e, provavelmente até piore pois eles não vão aprender, eles não vão ter com quem tirar suas dúvidas. O que o governo precisa fazer é investir em mais educação em lugares mais humildes do Brasil, e reduzir gastos com tecnologias, facilitando o ensino para os analfabetos e os com menos condições. Afinal, quem é alfabetizado consegue fazer um ensino EAD de orma mais produtiva, e quem não é e está aprendendo precisa do professor ali do lado, ajudando e incentivado o aluno.