Perspectivas e desafios do trabalho remoto em questão no Brasil
Enviada em 26/07/2022
Com o início da pandemia do Covid-19 no Brasil em 2020, o “home office” começou a se expandir pelo país, a fim de evitar o contágio das pessoas no ambiente de trabalho. Porém, com essa prática vieram também alguns malefícios para os trabalhadores, como o aumento do nível de trarefas, aumento de horas trabalhadas, síndromes como as de Burnout e a dificuldade de separar momentos de lazer e momentos de esforço. Além disso, têm-se a exclusão de uma parcela da população que não tem condições ou recursos para arcar com esse tipo de emprego. Com isso, percebe-se que os desafio do trabalho remoto ocorrem primordialmente por fatores culturais pois tanto os empresários como os proletariados não aprenderam a lidar corretamente com esse tipo de prática e fatores socioecnômicos, como a desigualdade social que impede alguns de possuírem artefatos para tal.
Primeitamente, o aumento do número de tarefas e obrigações muito se relaciona com o fato de os chefes não respeitarem a carga horária de seus funcionários e funcionários que negligenciam monentos de descanso ao trabalhar em casa. Com isso, muitos empresários solicitam afazeres fora do horário comercial, exigindo que esses trabalhadores se esforcem mais do que deveriam e em seu horário de lazer. Ademais, além dos chefes, alguns proletariados se oferecem a fazer mais do que deveriam, trabalhando até entrar em exaustão, e assim, podendo prejudicar sua saúde mental, o que acontece ao se desenvolver a síndrome de Burnout.
Além disso, farores como a desigualdade social são cruciais para intensificar o problema. Como disse o filósofo alemão PIerre Levy, toda tecnologia cria seus excluídos, e essa não é diferente. Com o trabalho remoto, conhecido “home office” significativa parte da população que não possui acesso à tecnologia ou não aprendeu a manuseá-la direito sofre segregação e, além disso, acaba perdendo seus empregos sendo substituídos por pessoas mais familiarizadas com o recurso.
Verifica-se, portanto,