Perspectivas e desafios para o empreendedorismo feminino

Enviada em 06/04/2024

O Brasil é historicamente e culturalmente desigual, o que é perceptptível ao analisar a persistência da baixa inclusão social às minorias, mesmo com medidas protetivas garantidas pela Constituição. Consequentemente, a diferença entre incentivos da população feminina e masculina, também é imensurável, o que resulta em um desafio para à prospecção da mulher no ramo empresarial. A partir disso, é crucial, que haja o reforço à inserção de mulheres no meio do empreendedorismo, as quais, é dever da sociedade e governo brasileiro apoiar.

Primeiramente, vale ressaltar que houve o avanço nas oportunidades para a cidadã brasileira no meio corporativo. Tal como é apontado em uma pesquisa realizada pela agência de empregos Catho, na qual destaca o aumento de trinta e oito por cento da participação feminina em cargos de liderança. Todavia, estes são papéis são limitados a gêrencia ou coordenação empresarial, ou seja, a função atribuída, ou não é de altissímo prestígio social ou não é de empreendedoras.

Em síntese, é urgente o combate à persistência da divisão de gênero no controle das grandes corporações e empreendimentos, a qual, é pautada no papel de cuidado atribuído as mulheres na história. Isso ocorre, porque a sociedade brasileira é Anomála - termo que refere-se à teoria da Anomalia social, proposta no século XX, por Durkheim - ou seja, um Estado no qual a discrepância social é evidente e as “regras” não são cumprimidas, as quais, no contexto brasileiro, condiz a Constituição de 1988. Adicionalmente, o sociólogo salienta a precisão de investimento na educação e valores morais, com o intuito de bem estar social. Logo, para uma população com equidade entre os gêneros, é preciso medidas de incentivos as mulheres empreendedoras e amplicação do debate para população, como um todo.

Em conclusão, é dever do Estado,através do MEC, garantir acesso à educação financeira e a medidas de incentivos fiscais as mulheres, com o objetivo de garantir uma equidade entre os gêneros da nação. Para isso, serão criados programas de aprendizagem, com foco em finanças e liderança feminina, no qual haverá verbas para projetos de destaques. Somente assim, haverá o combate a histórica cultura de misoginia, além de o cumprimento das “regras” no Brasil.