Play-to-earn: os problemas dos jogos para lucrar, e não mais se divertir

Enviada em 20/10/2022

O Free Fire é um jogo de celular que cresceu muito ao longo do tempo, além disso, mudou a vida de várias pessoas financeiramente e socialmente. Desse modo, despertou nos jovens a vontade de conseguir independência financeira e reconhecimento nas redes sociais através do Free Fire. Sob essa perspectiva, o sonho a ser conquistado através de jogos lucrativos traz consequências como problemas intelectuais e a exclusão social.

Em primeiro plano, vale pontuar os problemas intelectuais como um importante pilar dessa problemática. Dessa menina, segundo o G1, página de notícias, 28% dos jovens brasileiros que estão com média baixa na escola fazem uso abusivo dos jogos e videogames. Sob essa ótica, essa tal obsessão leva jovens a desenvolverem problemas com o aprendizado na escola, esse fator se dá a falta de atenção e a dispersão que o jogo proporciona a mente dos indivíduos, impossibilitando a realização das tarefas escolares e do desenvolvimento intelectual.

Em segundo plano, é importante ressaltar a falta de socialização entre os jovens na sociedade atual. Nesse contexto, vários jogos da internet estão se tornando mais atrativos por remunerar seus usuários, mas essa não é uma tarefa fácil, pois exige muito tempo e treinamento, diz pesquisa da UOL. Logo, fica evidente que o tempo deixa de ser importante para os usuários desses jogos, uma que vez que a lucratividade on-line exige muito tempo para obtê-la, assim, ficando de lado a vida social, amigos e familiares.

Em suma, é necessário estabelecer medidas que venham equilibrar esse canário. Para isso, o Ministério da Educação, junto com as escolas, devem fazer um projeto educacional, por meio de competições de jogos que envolvam atividades físicas, a fim de divertir os jovens de forma saudável e benéfica. Somente assim esse problema será erradicado.