Play-to-earn: os problemas dos jogos para lucrar, e não mais se divertir

Enviada em 25/10/2022

Jogos eletrônicos foram criados inicialmente para ser uma forma de entretenimento, porém sua diversão vem sendo deixada para traz por conta de empresas que se aproveitam do interesse de seus jogadores. Ao criarem sistemas de compra abusivos dentro dos videogames, se divertir sem gastar dinheiro se tornou difícil.

Na medida que se progride dentro do jogo, ele se torna difícil, forçando os jogadores a gastarem com microtransações. As quais em sua maioria são itens que deixam uma diferença enorme de poder entre os adversários. Por exemplo, jogos como FIFA, o qual se monta um time de futebol, pessoas que gastaram dinheiro para adquirir um jogador muito habilidoso se sobressai dos demais jogadores, tornando a experiência totalmente frustrante.

Portanto, empresas como a Eletronic Arts e a Ubisoft, que cobram altos preços em seus jogos, passando até dos 300 Reais por um jogo viciante com jogos de azar, poderiam ser substituídas por outras fontes de entretenimento como as plataformas de streaming. Mesmo ambas procurando lucro sobre o consumidor, empresas como Netflix e HBO cobram muito menos e ocasionalmente se tornam mais divertidas.

Sendo assim, é necessário parar essas corporações de corromper os videogames. Uma das formas de se fazer isso, é através da exposição de como esses sistemas funcionam, mostrar para os consumidores por meio da Mídia, o quanto estão se prendendo em um “cassino”. Dessa forma, tem-se o intuito de promover a reclamação contra essas empresas e abertura de novos horizontes para o entretenimento.