Play-to-earn: os problemas dos jogos para lucrar, e não mais se divertir
Enviada em 26/11/2022
Os jogos eletrônicos, inicialmente, tinham o viés de entretenimento, mas com sua evolução, acabou adotando um comportamento comercial. Infelizmente, mi-lhões de jovens acabam sendo seduzidos a jogarem esses jogos, porém isso pode sair caro a sua saúde. Tendo isso em mente, medidas devem ser tomadas para re-gulamentar esse “trabalho”, como também a educação deve agir para que o indiví-duo possa aprender a avaliar as tomadas de decisões.
Em primeira análise, não há dúvidas de que aliar o trabalho à algo que se goste é o sonho de qualquer um; porém, ness caso de ocupação não regulamentada, po-de se tornar um problema Nesse sentido, deve-se normatizar esses jogos, para li-mitar as horas que as pessoas podem ser submetidas a eles. Dessa forma, garanti-ria a integridade física daqueles que querem fazer carreira nesse mundo virtual.
Por todas essas razões, seria fundamental ressaltar a importância da educação na formação individual, pois na escola o indivíduo aprende a formar um pensa-mento crítico. Nessa perspectiva, reforça a afirmação de Paulo Freire ao expor que sem a educação a sociedade não muda. É preciso insistir nesse caminho, com o propósito de formar cidadãos críticos.
Toda esse discussão estabelece conduta que requer mudança irrevogável. Nesse sentido, é fundamental que o Poder Legislativo - órgão responsável pelas leis no país -, desenvolva normas para regulamentar essas novas profissões, a partir de emendas na Constituição, a fim de que os problemas gerados por vínculos empre-gatícios irregulares acabem. Com isso, evita-se o desequilíbrio nessa relação traba-lhista.