Play-to-earn: os problemas dos jogos para lucrar, e não mais se divertir
Enviada em 28/05/2023
Gregory House, da série “House, M.D” diz: “Só ignoramos: o que não é importante e o que queríamos que não fosse importante.” Claramente ele está correto, a maior parte da população ignorantes simplesmente não ligam para um dos piores problemas recentes: jogos criados apenas para lucrar, não para se divertir. Seja pela mentalidade jovem ser mais fácil de se manipular, seja pela falta de informações corretas sobre os pontos negativos desses jogos de ganho.
Antes de mais nada, sem a mudança dessa mentalidade manipulável, esse empecilho continuará no Brasil. De acordo com o fictício detetive, Sherlock Holmes afirma, as pessoas veem, porém não observam. De maneira análoga, os jovens apenas veem os benefícios dos jogos, mas não observam os malefícios que causam na saúde mental e física, como exemplos: crises de ansiedade, tendinite.
Ademais, sem informações verdadeiras sobre como esses jogos são prejudiciais, esses aplicativos jamais desaparecerão da sociedade. Como o doutor House afirma, os fantasmas existem por uma razão, para que o mesmo erro não seja cometido novamente. Criando uma analogia, os fantasmas são os jogos de azar, esses jogos causam vícios nos jogadores, fazendo que eles consigam perder todo seus bens para tentarem recuperar o dinheiro perdido após algumas apostas. Os jogos “play-to-earn” basicamente são a versão evoluída e moderna dos jogos de azar.
Em suma, para que esse terrível problema desapareça, os agentes governamentais em parceria com o Ministério da Educação e Cultura (MEC) devem criar programas e palestras sobre como identificar um aplicativos que é utilizado para ganhar dinheiro e explicar todos os pontos positivos como os negativos, todas essas informações devem ser divulgadas nas mídias sociais e em lugares públicos de fácil acesso para todos os cidadão. Concluímos que, esse empecilho será resolvido. Indubitavelmente, a teoria de Gregory House será testada e aprovada.