Play-to-earn: os problemas dos jogos para lucrar, e não mais se divertir
Enviada em 28/05/2023
A conhecida frase do afamado investidor Warren Buffett:“Somente quando a maré baixa é que você descobre quem está nadando nu” ,serve de exemplo sobre a análise a respeito da segurança proporcionada aos usuários de jogos Play-to-earn, ou seja, jogos para lucrar e a falta de plataformas digitais responsáveis por assegurar a proteção aos consumidores de jogos lucrativos se faz ainda mais necessária uma vez que o perigo é eminente.
As Indústrias desse modelo de jogo são construídas a partir de bases frágeis, de forma que possam arrecadar problemas para o ano de 2023 já que esse gênero de jogo está se tornando cada vez mais popular. Dispositivos como o Tik Tok, que embora não possua essa finalidade, apresentam a possibilidade de “ganhar dinheiro” por meio do aplicativo, assim como seu concorrente, Kawaii, que em oposição ao Tik Tok possui como objetivo principal ser uma estrutura digital lucrativa para os seus consumidores
Apps com essa função, além de serem facilmente falseáveis, possuem como um de seus objetivos serem viciantes por conta da geração de endorfina produzida pelo cérebro ao ganhar o dinheiro. O uso constante desses jogos pode levar o jogador a não perceber os golpes realizados através de esquemas de pirâmide que são, por sua vez, ilegais e não rentáveis.
Desta forma, é preciso garantir que por meio das mídias sociais, onde há grande parte das transmissões promocionais a estes jogos lucrativos através de propagandas, exista o monitoramento de órgãos públicos responsáveis pelo cuidado da população com o apoio de talentosos programadores e a Secretaria dos direitos humanos, a fim de criar estruturas seguras por meio de uma criptografia de ponta, fazendo assim, com que a amparo público seja instaurado.