Play-to-earn: os problemas dos jogos para lucrar, e não mais se divertir

Enviada em 28/05/2023

De acordo com o filósofo Arthur Schopenhauer “O maior erro que um homem pode cometer é sacrificar a sua saúde a qualquer outra vantagem”. Desse modo, a problemática de usar jogos para lucrar e não mais se divertir deve ser analisada uma vez, que os jogadores estão se prejudicando mentalmente e fisicamente por não conseguirem obter um bom resultado e jogos podem ser utilizados para benefícios do conhecimento.

Em primeira análise, os jogadores estão se prejudicando mentalmente e fisicamente por não conseguirem obter um bom resultado, ficam bastante tempo em frente as telas para lucrar e quando acabam perdendo, tentam exigir o melhor de si até conseguir o que pretende, fazendo com que esqueçam de se cuidar e de se relacionar havendo um maior desgaste do corpo. Na novela “Travessia”, o personagem Theo Monteiro (Ricardo Silva) é viciado em jogos, passa dias na frente do computador se isolando de sua família e amigos, além de oferecer o trabalho de jogar com contas de outros jogadores para evoluir o personagem, ajudar a melhorar a conta e ganhar mais reconhecimento.

Paralelo a isso, jogos podem ser utilizados para benefícios de conhecimento se usados corretamente, tem um papel importante na educação, usar esse método faz com que todos tenham um desempenho mais agradável na hora da obtenção de conhecimento. Podem ser usados para que indivíduos aprendam a trabalhar em equipe, ter um raciocínio rápido, para aprender matérias escolares e com isso se divertem aprendendo.

Destarte, é mister que o governo junto com o Ministério da Ciência e Tecnologia defina políticas mais rígidas para prevenir que jovens e adultos passem horas na frente de aparelhos elétricos, o Estado poderia investir em educação tecnológica onde abordaria o quão é prejudicial a saúde, ajudando indivíduos que já estão indo para o lado obscuro de usar os jogos.