Play-to-earn: os problemas dos jogos para lucrar, e não mais se divertir

Enviada em 27/08/2023

O filósofo genebrino Jean Jacques Rosseau, versa que “A natureza fez o homem feliz e bom, mas a sociedade deprava-o e torna-o miserável. Contudo, mesmo três séculos após sua existência, esse verso se faz válido nos dias modernos, uma vez que os problemas dos jogos para lucrar, e não mais se divertir, são persistentes. Assim, a fim de mitigar este problema, há de se combater a alienação social, bem como a omissão do Estado.

Diante deste cenário, a alienação social motivação a perpetuação dos problemas dos jogos lucrativos. Nesse sentido, a Alegoria da caverna de Platão apresenta a teoria de que a sociedade está estagnada com a ignorância de tal maneira que existe uma negação comunitária pela busca de conhecimento. A esse respeito, a sociedade contemporânea sofre com a alienação social, tão grave quanto os prisioneiros da caverna, já que um percentual dos jogadores sofrem com o vício e ansiedade pelo lucro da jogatina. Essa realidade contribui para a manutenção da escassez de conhecimento intelectual. Desse modo, se o Mito da caverna for a regra, o conhecimento será a excessão.

Ademais, a omissão do Estado da ensejo ao óbice dos jogos que não servem apenas para diversão. Sobre isso o escritor alemão, Goethe, declara que “Se cada um de nós varresse a frente do nosso lugar, o mundo todo seria limpo” . Analogamente, esse pensamento pode ser exicado dentro da perspectiva de que grandes mudanças dependem de ações individuais. E portanto sem dúvidas o Estado responsável para interferir solução de forma prática e concreta, diante da problemática dos jogos lucrativos. Assim, enquanto a inércia estatal se mantiver, a sociedade será obrigada a conviver com um dos problemas juvenis: a persistência dos jogos com lucros e sua consequência.

Portanto, para combater a problemática dos jogos, as escolas em parceria com o Ministério da Educação devem atualizar a educação brasileira, por meio da modificação do conteúdo pedagógico com a realização de rodas de conversas em grupo, para que o indivíduo seja parte da mudança, e por fim, como efeito social, mktive o senso pela busca de conhecimento. Só assim, de fato a tese de Jean Jacques Rosseau, cairá por terra e uma sociedade integrada será alcançada.