Play-to-earn: os problemas dos jogos para lucrar, e não mais se divertir
Enviada em 26/08/2024
Segundo Manoel de Barros, escritor pós-modernista, é imprescindível promover uma “Teologia do Traste”, cuja finalidade reside em tornar visíveis os problemas
ignorados pela sociedade. Nesse contexto, é relevante destacar Play-to-earn: os problemas dos jogos para lucrar, e não mais se divertir, visto que é negligenciado no contexto brasileiro. Tal cenário se justifica em virtude do mau uso das redes sociais por influencers digitais com visão no lucro e da ignorância dos cidadão para com o uso seguro das mídias sociais, aspectos que carecem de discussão.
Para Freud, os indivíduos tendem a se adequar à sociedade para sentir pertencimento. Tal imprescindibilidade de fazer parte é preocupante quanto à liberdade de informação, visto que ao usar de desculpa a liberdade de expressão, tem se ofendido e trazido à frente questões que induzam pessoas de bem a seguir orientações enganosas de pessoas influentes no ambiente online. Assim, é imperioso que a população perceba esse padrão de comportamento para que ele possa ser alterado.
Para Thomas Hobbes, o Estado é responsável por garantir o bem-estar dos cidadãos. Apesar disto, tal responsabilidade não está sendo honrada quanto à como garantir o uso seguro de plataformas digitais e evitar abusos nos meios de comunicação, visto que os crimes virtuais crescem de uma forma alarmante, pois a esperança popular de subir de classe de forma repentina,coloca os a ter ações que seus divulgadores sabem ser politicamente incorretos. Assim, para que tal bem-estar seja usufruído, o Estado precisa sair da inércia em que se encontra.
Para isso, as redes sociais em geral, devem criar uma série de transmissões ao vivo, por meio de entrevistas com especialistas em Tecnologia e Inovação, a fim de reverter a falta de conhecimento da população. Tal ação pode, ainda, contar com o envio de materiais em PDF com resumo das aulas. Paralelamente, é preciso intervir sobre os crimes presentes no problema.