Pobreza em evidência no Brasil

Enviada em 05/10/2021

Desde os tempos de colônia, o Brasil apresenta uma desigualdade social sistêmica. Conforme o tempo passava, a concentração de renda somente aumentava, vindo a diminuir consideravelmente com os programas assistenciais promovidos pelo governo Lula, em meados dos anos 2000. No entanto, os índices de pobreza da população mostram que muitos detém pouco, e poucos detém muito. Assim, com as inevitáveis crises que assolam o mundo, o pobre é quem sofre mais. As adversidades, quando ocorrem, evidenciam a pobreza do país, tornando necessária a ação do governo para mitigar a situação.

Em primeiro lugar, cabe ressaltar que o mundo capitalista é frágil. Basta observar que, em 2020, a crise sanitária provocada pelo Coronavírus desencadeou uma crise econômica sem precedentes. Nisso, o poder de compra da população diminuiu, mas quem tem pouco já comprava pouco, e agora encontra-se à mercê dos programas sociais. Assim, o país mergulhou em uma grave crise, sem saber exatamente como sair dela.

Dessa maneira, observa-se que a pandemia do Coronavírus escancarou as desigualdades do país. De acordo com um estudo da Fundação Getúlio Vargas, o Brasil atingiu o recorde da desigualdade social em 2020. No entanto, a ajuda do governo veio tarde, e foi pouca. Afinal, com apenas 400 reais de auxílio emergencial, uma família mal consegue pagar as contas mensais.

Portanto, é necessário que o Estado brasileiro aja a fim de mitigar os males da pobreza em evidência no Brasil. A partir de ações imediatas, como ao aumentar o valor repassado ao povo por meio do auxílio emergencial, o governo age diretamente no combate à fome e leva comida à mesa dos brasileiros. Para que, estabilizada a crise mundial, o país não ostente um legado de abandono e negligência para com o povo.