Pobreza em evidência no Brasil
Enviada em 02/01/2024
O filme “O Poço” retrata uma prisão com um sociedade de pessoas subjugadas a uma hierarquia de quartos com níveis de andares diferentes e superiores uns aos outros, figurando como o mundo vive em uma desigualdade social em que quem está acima são os privilegiados e os outros são os despossuídos. Assim, vê-se na sociedade que embora não se viva na Índia, onda há castas sociais obrigatórias, os brasileiros estão longe de sair da pobreza pela inoperância estatal e aspectos socioculturais.
Diante disso, é preciso pontuar o dever do governo no cuidado com a população. Nesse sentido, segundo Nicolau Maquiavel, “para bem conhecer o caráter do povo, é preciso ser príncipe, e para bem conhecer o do príncipe, é preciso pertencer ao povo”. Desse modo, o filósofo enfatiza que, sem empatia para se pôr no lugar do próximo e conhecer suas necessidade de fato, é impossível ter um sentimento de pertencimento ao povo e cuidá-lo com maestria. Dessarte, vê-se que o governo não investe em mais educação, segurança e saúde, pilares da sociedade, para poder haver empregabilidade efetiva e dignidade, como promete a Carta Magna.
Ademais, é preciso perceber o panorama de assimetria social. Em vista disso, o movimento literário do naturalismo mostra um realismo em que o homem é determinado pela hereditariedade e ambiente. Por conseguinte, vê-se a sociedade elitizada com famílias “eternas” com seu trono e coroa perpetuando no poder em detrimento dos desfavorecidos, ou seja, a população mesmo não se ajuda, sendo esses marginalizados à pobreza. Consequentemente, boa parte dos brasileiros vivem sem saúde econômica e sociocultural, se expondo à criminalidade às vezes.
Portanto, é notório que a pobreza é de chaga estatal e sociocultural. Logo, o Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome tem que fazer camapanhas para democratizar mais apoio do governo à sociedade e melhorar seus pilares, por meio de um projeto estatal, em que haja mais investimento em um serviço social com criação de mais ONG’s, para dar estrutura aos desestruturados hereditariamente e dar-lhes condições para adaptar-se à uma vida mais ativa de trabalho, abrindo concursos de emprego de nível básico, sem ensino médio, para incluir na economia esses desfavorecidos.