Pobreza em evidência no Brasil

Enviada em 07/01/2024

Para o historiador Hobsbawm, o passado se converte na descoberta da história como um processo de mudança direcional, de desenvolvimento ou evolução. No entanto, vê-se que essa no Brasil continua com seus atrasos, não, muito diferente do passado, na gestão do governo nos pilares da sociedade, como: saúde, segurança e educação, resultando na pobreza contínua, tanto pela inércia estatal quanto por aspectos socioculturais.

Diante disso, a ineficiência da gestão do governo na saúde, segurança e educação contribuem para a pobreza. Nesse sentido, no livro “O Espírito das Leis”, Montesquieu enfatiza que é preciso analisar as relações sociais para aplicar diretrizes legais e abonar o progresso coletivo. Todavia, o governo não tem investido signifcativamente nos pilares da sociedade para que haja melhorias nesses e acabe com a miséria do país. Dessarte, segundo o jornal G1, a saúde é um dos problemas do país; segurança e educação vêm em seguida, ocasionando fome e desemprego, por exemplo. Sendo assim, a mendiguez não acaba.

Entretanto, essa mazela pode acabar, se somada ao aparato social. Em vista disso, o naturalismo mostra um realismo em que o homem é determinado pela hereditariedade e ambiente. Desse modo, se o governo reconhecer que a estrutura social é constituída de uma desigualdade social, composta por uma elite que detém grande parte do capital e poder da sociedade, em detrimento dos que nasceram desestruturados; e alterar esse problema, balanceando-a, será possível diminuir a fome e miséria do país. Desse jeito, os desfavorecidos serão alcançados.

Portanto, é notório que a pobreza é de chaga estatal e sociocultural. Logo, o Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome tem que fazer campanhas para democratizar mais apoio do governo à sociedade, melhorando seus pilares que amamentam esse bebê do Estado, por meio de um projeto estatal, em que haja um investimento em um serviço social com mais criações de ONG’s para reestruturar e adaptar os desfavorecidos a uma vida de trabalho mais ativa, com mais concursos de emprego de nível básico, para inseri-los em uma economia mais coletiva do Brasil.