Pobreza em evidência no Brasil
Enviada em 17/01/2024
A Constituição Federal de 1988 contribuiu para fortalecer os direitos individuais e sociais no Brasil. Por meio dela, o cidadão tem assegurado direitos como acesso à saúde, educação, trabalho e moradia. No entanto, vê-se na realidade que os brasileiros enfrentam status de pobreza não tendo direito à dignidade própria com alguns em situação de rua, pela inércia estatal e desigualdade social.
Diante disso, é preciso pontuar o dever do governo no cuidado com a população. Nesse sentido, segundo Ariano Suassuna, a sociedade está dividida em dois países, o dos privilegiados e o dos despossuídos. Dessarte, nota-se que o governo vive em um reality show do jogo do contente por meio da mídia, em que mostra uma utopia que não existe, em que o foco é o glamour e entretenimento e, não, desenvolvimento; enquanto, na prática, não investe em políticas públicas que alimentem os que passam fome nas ruas do país.
Ademais, é preciso perceber o panorama de assimetria social. Em vista disso, o naturalismo retrata um realismo em que o homem é determinado pela hereditariedade e ambiente. Desse modo, vê-se que a desigualdade social que existe é consequência de um desbalanceio de concentração de renda em uma determinada parte da sociedade que são os bem nascidos, hereditariamente. Assim, o Brasil vive como se tivesse um sistema de castas, como na Índia, onde quem nasce filho de gari tem que ser o mesmo, não tendo expectativa de vida.
Portanto, é notório que a pobreza é de chaga estatal e de desigualdade social. Logo, o Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome tem que fazer campanhas para democratizar mais apoio de fato do governo fora das telinhas, por meio de um projeto estatal, em que haja mais investimento em um serviço social com criação de mais ONG’s para dar estrutura e condições aos desfavorecidos, com abertura de mais concursos de emprego de nível básico para inseri-los em uma economia mais ativa no Brasil.