Pobreza em evidência no Brasil

Enviada em 27/07/2024

No livro “O Espírito das Leis”, Montesquieu enfatiza que é preciso analisar as relações sociais para aplicar diretrizes legais e abonar o progresso coletivo. No entanto vê-se a falta do cuidado do governo com a população brasileira e a estratficação social em alta pela inércia estatal e aspectos socioculturais.

Diante disso, é preciso pontuar o dever do governo na cidadania da população. Em vista disso, percebe-se como foco do Estado o capitalismo através do consumismo exarcebado, sem retorno mínimo para a população com alta inflação nos alimentos, entre outros, e pouca melhoria nos serviços públicos, como o SUS, que continua sempre lotado, não conseguindo atender toda a população nas urgências de imediato e com qualidade.

Ademais, nota-se a assimetria social. Sob tal ótica, enxerga-se a falta de poder político bem distribuído entre todos os Estados do Brasil, havendo mais oportunidades de emprego em alguns lugares e menos em outros, ocasionando as superlotações nos centros urbanos e a estratificação social, que é cada vez mais acentuada pela desvalorização do perfil profissional do brasileiro que é refém de indiferença quanto aos profissionais que vem do exterior, havendo grande miscigenação no país.

Portanto, é notório que a pobreza é de chagas estatais e socioculturais. Logo, o Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Pobreza tem que fazer campanhas para democratizar mais equidade política e econômica entre os Estados do Brasil, por meio de um projeto estatal, em que haja um acordo de equilíbrio de poder entre todos, para que possa haver mais investimentos em ONG’s para auxiliar na reestruturação da vida do morador de rua à participação ativa na economia brasileira, a fim de que haja mais equidade.