Polêmicas acerca da expansão do agronegócio no Brasil

Enviada em 02/09/2019

Durante os anos 50, o agronegócio começava a se estruturar a partir das práticas de produções e operações nas áreas rurais, principalmente pela importação de gados para o Brasil e com a exportação de commodities para outros países. Analogamente, nos dias atuais, a enorme expansão desse desempenho agrícola gera uma grande porcentagem para o PIB brasileiro, juntamente com a utilização das atividades modernas - com introdução da tecnologia no ambiente rural - fortalecendo assim, a economia do país. Contudo, a aplicação das inovações no campo ocasionam os problemas ambientais gerados a partir da ação antrópica.

A teoria malthusiana expressava que com o alto crescimento da população no mundo, os recursos naturais acabariam sendo insuficientes para toda a população, entretanto, com a chegada das máquinas no espaço urbano e posteriormente no espaço rural, no entanto está linha de pensamento chegou ao fim. As inovações no âmbito agrário geraram uma dependência de setores industriais, principalmente de setores urbanos para a administração de suas economias e com a produção de agrotóxicos e fertilizantes feitos nas indústrias químicas.

Com a modernização no setor agrícola, a utilização de máquinas e sementes que são geneticamente modificadas passaram a ser vistos como um meio para a alta produtividade no campo e em seguida no mercado consumidor. Todavia, a expansão do agronegócio interliga-se diretamente ao uso dos agrotóxicos com o intuito de evita as danificações nas grandes plantações de monocultura, porém as erosões, contaminações, doenças e consequências que ainda não foram descobertas são delatadas pelo aproveitamento desses fertilizantes pelos grandes empreendedores do ramo.

Em suma do que foi mencionado, é importantíssimo a necessidade de influência de organizações que apoiem e protejam o meio ambiente juntamente com a mídia nacional para uma maior motivação ao combate dos impactos rurais. Instituições com o IBAMA devem visitar e vigiar as áreas florestais, com o intuito para a preservação da flora e fauna, em seguida, os órgãos ambientais federais com a liderança do Ministério do Meio Ambiente (MMA) devem ficar atentos a evolução do uso desses fertilizantes e com os futuros riscos para a natureza.