Polêmicas acerca da expansão do agronegócio no Brasil

Enviada em 14/08/2020

Chama-se “Ecologia”, a área da biologia que estuda as relações naturais entre os seres e a natureza. Essa disciplina afirma, que a maioria dos problemas ambientais, é fruto da incompetência e ignorância humana acerca dos recursos naturais. No Brasil, o governo tem uma política capitalista o incentivo as práticas do agronegócio, que de forma controlada, é bom para a economia. Porém, quando ocorre a devastação de uma grande área florestal, desencadeia uma série de problemas, como o aquecimento global e extinção de espécies. Nesse sentido, o que atrapalha a resolução do problema, é a visão capitalista radical.

Primeiramente, é importante destacar as causas e consequências da problemática. De acordo com o  pensamento de Adam Smith, a economia capitalista marca o avanço das sociedades. Entretanto, quando essa economia é fruto da devastação da fauna e flora nacional, acarreta em muitos  prejuizos ambientais, como exemplo, o aquecimento do planeta, que muda as condições climáticas, dificultando o agropastoril. Logo, esse setor busca por mais área de cultivo para compensar as perdas, devastando mais as florestas, aumentando os problemas do meio ambiente. tornando um ciclo que tem por fim, o caos.

Seguidamente, vale ressaltar o que impede a resolução do empecilho. Igualmente ao pensamento de Imannuel Kant, formado pelo princípio de não contradição entre sujeito e premissa, é possível analisar a situação das produções agrícolas frente a devastação. Dessa forma, a preservação seria o sujeito na visão de Kant, a produção controlada, a premissa. Assim sendo, quando o governo tem uma lógica contrária (de que é necessário expandir a economia desesperadamente) a verdade é violada, dificultando a solução da problemática.

Portanto, é mister que o estado tome as devida atitudes para amenizar o empasse. Urge assim, que o Ministério do Meio Ambiente, órgão responsável por garantir a preservação natural, desacelere a investida capitalista. Por meio de uma reunião, com a participação do Ministério da Economia, para que assim, coloque como pauta a utilização de áreas já desmatadas, sem a necessidade de mais desmatamento. Para que assim, o ser humano possa viver em harmonia com a natureza e ir a favor da visão de Kant.