Polêmicas acerca da expansão do agronegócio no Brasil
Enviada em 13/10/2020
O agronegócio foi um dos avanços tecnológicos que facilita a vida da sociedade durante o êxodo rural, onde as pessoas saem da zona rural para zona urbana. O agronegócio é o maior responsável pelo aumento do (PIB), que é concentrado no centro sul do país e a agricultura familiar no norte e nordeste. De um lado tem a produtividade e o crescimento do país no ponto de vista econômico e do outro lado a ideia da ancestralidade e continuidade das terras indígenas e quilombolas.
Com fundamento a teoria malthusiana, o crescimento desproporcional populacional e a capacidade de produção de alimento na forma aritmética. De acordo, com o aumento dos produtos, os produtores começaram a optar pelo uso de máquinas e na expansão das terras com as atividades agropecuárias. O agronegócio está cada vez mais especializado se desprendendo a agricultura da pecuária, o precisa de uma terra ampla para realizar essa atividade. Os territórios protegido por lei acaba sendo ameaçado por essa expansão, onde o proprietário faz pressão ao governa para liberar aquelas áreas. Com isso vem o aumento das queimadas, intensificando os impactos sociais e ambientais no Brasil.
De acordo com o líder indígena Winti Suya do povo Kisêdjê. O avanço do agronegócio e o cultivo de soja que está adoecendo a sua tribo e a natureza e isso acontece por conta dos agrotóxicos pulverizados usado no combate de praga em lavouras, os indígenas foram obrigados a se deslocar. Índios e quilombolas se unem para lutar a favor da preservação ambiental e as práticas de produção agrícola mais sustentável, onde o produtor não ponha em risco a vida da sociedade e principalmente que preserve a natureza.
É compreensível a influência dos órgãos ambientais e da mídia para ajudar na problemática. Sendo assim, o IBAMA tem que intensificar o controle nas áreas florestais protegidas, por meio de satélite, que ajuda a detectar o expansionismo do agronegócio, reduzindo as queimadas e outros tipos de poluição ambiental. Além disso, a Conar deve interferir nas mídias, por meio da exigência de programas educativos sobre o agronegócio sustentável, a fim de tornar um mecanismo de formação responsável pela harmonização.