Polêmicas acerca da expansão do agronegócio no Brasil

Enviada em 17/10/2020

Hodiernamente, um dos assuntos mais discutidos são as polêmicas do agronegócio. De acordo com o artigo primeiro da Constituição Federal de 1988, um dos fundamentos da República Federativa do Brasil é a dignidade da pessoa humana. Entretanto, este princípio não está sendo cumprido em sua totalidade. Nesse sentido, dois aspectos fazem-se relevantes: os danos ambientais, bem como o uso excessivo de agrotóxico. Nessa perspectiva, medidas são essenciais, com vistas a mitigar tal problemática.

A priori, é imprescindível salientar que esse problema envolve incontáveis vieses. Consoante a teoria de Jean Jacques Rousseau, o Estado (dotado de poderes pelo povo) deve resolver todas as questões públicas, como os prejuízos ao meio ambiente, de maneira justa e equânime. Como consequência, segundo pesquisas do portal ENSP  a monocultura tem se expandido no país, envolvendo de maneira direta queimadas e danos ao solo, encontrando-se cada vez mais gradativos. Sendo assim, é preciso intervenções para resolver essa situação.

Em segundo instância, em conformidade com Kant, a menoridade da razão ocorre quando o homem passa a aceitar de maneira acrítica os pensamentos do senso comum. Analogamente, a concentração das terras na mão de latifúndios e o discurso da necessidade do uso crescente de agrotóxicos para a expansão da produção desses commodities banalizam os efeitos do uso, o Brasil é o país que mais utiliza agroquímicos no mundo. Em decorrência, esses produtos químicos causam inúmeros malefícios a saúde, bem como, a incidência de câncer nos trabalhadores rurais.

Portanto, é fundamental que o Governo Federal, como instância máxima da administração executiva, reduza a permissão do uso de agrotóxicos e incentive a agricultura sustentável, por intermédio de leis e maior fiscalização desses latifúndios, assim como, maiores incentivos a agricultores locais, com a finalidade de reduzir os conflitos do agronegócio. Ademais, a Organização Mundial De Saúde (OMS), deve conscientizar a população dos riscos a saúde de uma agronomia não sustentável.