Polêmicas acerca da expansão do agronegócio no Brasil

Enviada em 25/10/2021

Desde os primórdios a vasta extensão territorial do Brasil contribui para o desenvolvimento da agricultura e da pecuária. Entretanto, hodiernamente, essas atividades geram polêmicas acerca de sua expansão. Isso ocorre tanto pela alta devastação ambiental, quanto pelos conflitos consequentes das disputas de terras. Diante disso, são fulcrais medidas para frear os efeitos negativos do agronegócio.      Em primeiro plano, é imperioso elucidar que a primazia da acumulação lucrativa em detrimento ao bem estar coletivo agrava a problemática referente ao quadro corporativo atual. Sob essa ótica, a missionária Dorothy Stang, ativista pela sustentabilidade, foi assassinada no Norte do Brasil após defender a regularização das terras de assentamento e realizar projetos de desenvolvimento sustentável. Nesse sentido, áreas de produção industrial são cercadas por corrupção e conflitos de fazendeiros e grileiros. Sendo assim, é observado a falta de leis rígidas para fiscalizar atitudes ilegais.      Ademais, é lícito postular que o agronegócio é fundamental para a evolução da economia brasileira. Nessa perspectiva, a Conferência Rio-92 foi uma reunião da Organização das Nações Unidas, que contou com a participação de diversos países, os quais se comprometeram a alcançar objetivos que incluem o desenvolvimento socioeconômico sustentável e que ocasionou resultados positivos, como a mudança nos comportamentos de empresas e representantes no mundo todo. Em comprovação, segundo o G1, o agronegócio é responsável pela preservação de 33,2% de vegetação nativa de todo o país. Em vista disso, é possível analisar o aumento da parceria entre a produção agrícola e o meio ambiente a fim de tornar possível o progresso sustentável.

Portanto, é imprescindível ações operantes para a reversão dos problemas gerados pelo agronegócio. Para isso é necessário Conferências que criem metas para a evolução sustentável. Outrossim, é essencial que o Poder Legislativo -órgãos responsável pela elaboração das normas-, crie leis que dividem o território, de forma que evitem confusões, por meio de acordos entre Estado população (fazendeiros, empresas e moradores). Para que, assim, os efeitos positivos da atividade agro sejam maiores que os negativos.